quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dra. Renata Curto - Texto de Alexandre Mignone

Esse ano foi foda! To me formando e ainda ocupado e preocupado com mil coisas diferentes e por isso não tenho escrito nada, fora o implacável TCC. Por isso me dediquei a partilhar as informações que recebo dos grupos de e-mail dos quais participo, majoritariamente relacionados a música. Vez por outra tenho colocado alguns textos que recebo ou leio e acho interessante de amigos, como é o caso, sempre dando o devido crédito, como é o caso agora!
Alexandre Mignone e eu temo uma história interessante. Em nossa primeira reunião de trabalho ele me afirmou que sabia que eu não nutria simpatia por ele, e eu confirmei, no entanto ele era minha melhor opção naquele momento. O que ocorreu dai por diante, nem Deus teria coragem de expor a fim de nos preservar. Histórias e mais histórias de uma amizade surgida e fortalecida pelos anos de trabalho sub-sequentes e grades e mais grades de cervejas, muitas delas tomadas em único dia.
Mig já beira o 50, é um cara inteligente pra cacete na mesma proporção de sua preguiça! Ócio criativo e produtivo. Ele acha que entende de politica, futebol e religião mais que todo mundo, assim como todo brasileiro.
Enfim, é um cara fantástico, por quem nutro inexplicavelmente uma grande admiração e afeto e por quem torço muito, mesmo hoje estando distante geograficamente falando.
Quem tiver interesse siga-o @Mig_One
Segue o texto.
Dra. Renata Curto  

            A placa tinha acabado de ser colocada. Passei com pressa, mas deu pra ler de canto de olho: Dra. Renata Curto – urologista. Tinha um compromisso dentro de uma hora, mas tive tempo de recuar dois passos, ajeitar o corpo e ler pausadamente pra ter certeza: U-R-O-L-O-G-I-S-T-A. A primeira coisa que me ocorreu foi que podia ser uma pegadinha. Olhei em volta procurando a equipe da TV. Nada! Eu estava sozinho naquele corredor e o que eu li era mesmo verdade.
            Eu sempre soube que essa especialidade da medicina cuidava das partes, mas jurava que ela era, digamos, restrita aos profissionais do sexo masculino. Também já tinha ouvido dizer que depois de certa idade tem um exame aí que tem que fazer e tal. Há relatos de dedos famosos. Eu já tinha passado do prazo, mas, convenhamos, é uma decisão difícil.   Não por mais de um segundo pensei: bem, que seja com uma mulher então.  Tomando por estranha força, girei aquela maçaneta e adentrei ao recinto.
            Dona Reginalda, a aposentada atendente, me recebeu com extrema delicadeza, como se percebesse minha agonia e a necessidade urgente de um ombro amigo. Explicou que as coisas no consultório estavam improvisadas, porque aquele era o primeiro dia da doutora (doutora! no feminino, eu ouvi diretinho), recém chegada de Araçatuba, onde era médica do valoroso exército brasileiro. Enquanto a anestesista, digo, assistente, preenchia minha ficha, ainda tive tempo de pensar na estranha ironia daquela situação. Eu seria o primeiro da doutora e ela também seria a primeira (e última) a... “O senhor pode entrar. Boa sorte”.
            A expressão boa sorte ainda ecoava dentro da minha cabeça, quando fui chamado de volta realidade pela voz mais doce que já tinha ouvido na minha vida. Na falta de uma definição que minimante se aproxime de tamanha docilidade, diria que era uma voz de pele de pêssego. Numa dimensão outra entre inebriado e zonzo, apertei a mão da doutora e só então me sentei e olhei pra ela. Mas, eu não deveria ter feito isso.

            Tecnicamente, era humanamente impossível que uma voz como aquela pudesse ser pronunciada por uma boca feia. Repito: impossível! Mas era verdade.  E não só a boca era feia, assim como o nariz, os olhos, a sobrancelha e até a testa. Dra. Renata parecia um camelo dopado. E o pior. O conjunto da obra, ironicamente harmônico (tudo era feio na mulher), emoldurava o que nós homens internamente chamamos de carão de traveco! Perdão gente, mas eu só pensava numa coisa: caralho, me fudi!
            Nitidamente preocupada, Rê (vocês já vão entender o porquê da intimidade), tentava em vão demonstrar alguma delicadeza, como se precisasse provar que os longos anos (anos!) que passou apalpando a tropa, pegando em saco de general e catucando o furico de soldado, não haviam lhe roubado a candura. Desajeitada e excessivamente simpática, agia como um avestruz que tomou um extasy. Mostrava os diplomas, os livros, justificava o consultório, mexia nos cabelos, ajeitava os óculos, andava pra lá e pra cá. Enfim parou quieta na cadeira, me fez milhões de perguntas íntimas (e eu da cor de um caqui com vergonha) e antes de me conduzir à salinha de abate, olhou bem pra minha cara e perguntou: “ai... posso de te chamar de Alê” Bem... pra quem ia pegar onde não podia e meter o dedo onde não devia, essa intimidadezinha de chamar de Alê era plenamente aceitável. Coisa pouca mesmo.
            Eu nem tinha acabado de me despir, quando ouvi aquela voz de pétala de rosa amarela orvalhada dizer: “que cueca linda!” Juro que temi por uma ereção involuntária, mas contra ela era impossível! Apavorado, achando que a mulher era doida e querendo ir embora correndo, vi meu desespero se tornar pânico quando docilmente ela ordenou (com aquela voz de branca tez da manhã): “na-nani-nanão... sem cueca, peladinho, só de jaleco. Vem, vem... deita aqui, Alê.” 
            Confesso que me intimidava um pouco o fato dela ter sido médica do exército. Sempre ouvi falar que por lá eles tem armas de grosso calibre, enquanto o pobre mortal aqui... bem, sabe como é, né? Mas que ela num precisava daquela lupa... ah! isso não precisava mesmo. (Acho que é melhor afirmar com veemência: porra... também num é assim tão pequeno, vai!)
            Imaginar que essa era a parte indolor do exame me fez marejar os olhos. Que situação ridícula! Deitado, pelado e exibindo meus dotes para uma louca recém saída do exercito, com cara hiena bêbada e ainda por cima sarcástica. Respirei fundo (calma camarada, ainda vai piorar). E piorou! Quando ela apontou a maldita lupa na direção do meu cumpadre eu estava petrificado. Meu corpo parecia uma rocha, menos a parte principal. E quando aquela luva tamanho EXGG tocou meu corpo, abri os olhos assustado ao ouvir aquela voz de Beth Farias gozando falando igual titia quando vê sobrinho novo:  “ ai...ti bunitnho, guti-guti da titia, bilú-bilú. Ai, Lê (reparem na evolução da intimidade: senhor Alexandre, Alê e agora virei simplesmente o Lê pelado), que gracinha!” E a doida continuou: “hum... a base está firme, mas há sinais de desgastes nessa parte aqui ó.  Já deve ter visto muita pererequinha né meu lindo. Coisa fofa da tia. “ E deu uma balançadinha lateral.
            Senhor... meu pai me ajuda! Alan Kardec, He Man, alguém me tire daqui!  Eu já nem conseguia mais controlar meus pensamentos, a ponto de, num exercício de autoflagelo, começar a me lembrar da música tema do filme 007 Contra Goldfinger. Mas respirei aliviado quando ela me ordenou levantar e ir para uma outra sala,  onde ocorreria o gran finale. Segui todas as instruções e assumi posição numa maca meio estranha. Dra. Renatão entrou saltitante, lépida e fagueira. Passou a mão nos cabelos e me disse ao pé do ouvido, com indisfarçável regozijo: “relaxa, Lê.” Pode isso?
            Confesso: já tinha abraçado a capeta faz tempo. Não tinha muito que fazer. Pelos menos ela tem a voz bonita e o sobrenome dela é Curto, pensava eu. Ela calçou novas luvas e quando vi de perto aquele indicador, pude entender o significado da expressão curto e grosso. Socorro! Faltavam apenas alguns segundos pra o fim da minha vida, quando ela enfim pronunciou a frase que me fez recobrar os sentidos e tomar uma atitude. Olhando pra mim com cara de quem fez four no flop ela disse assim: “Alê, não vai doer nada. Eu vou colocando bem devagarzinho e seu doer eu tiro!” Foi o que bastou. Pulei da maca, joguei jaleco pro alto, encarei a jararaca e pelado com o dedo em riste disse: Ei, essa fala é minha doutora. Eu que falo isso. Posso ate ser liberal, mas inversão de papeis, me desculpe, ainda num to pronto.
            Dias depois, preso no transito, percebo alguém gesticulando no carro ao lado. Baixei o vidro e quase morri de susto quando Renatão gritou de lá: “ei, Alê, tudo bem? Olha, aparece no consultório qualquer hora. Vamos terminar o exame e depois, quem sabe a gente não toma um café.”  As marcas dos pneus do meu carro estão até hoje no asfalto. A multa por ter avançado o sinal eu ainda não paguei. E as os danos psicológicos causados por aquela tarde no consultório... bem, eu não quero falar mais sobre isso! 

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Capacitação profissional em música no ES

Inscrições gratuitas a partir do dia 13 de outubro de 2010 no site http://www.musicaes.org.br 

- Os inscritos serão selecionados de acordo com a compatibilidade entre currículo/experiência profissional com o conteúdo dos cursos, oficinas e palestras escolhidos.
 

- Público alvo: Músicos, professores de música, advogados, produtores, técnicos e demais profissionais ligados ao setor da música.
 

- A relação dos nomes selecionados estará disponível no site www.musicaes.org.br no dia seguinte à data limite da inscrição de cada curso/oficina/palestra
 

- Certificados serão emitidos somente para os alunos dos cursos.
 

Abaixo alguns esclarecimentos sobre a proposta. Maiores Informações: tel 
(27) 3019 3774.  

    Participem  e Capacitem-se. O mercado musical precisa de profissionais  qualificados  e capacitados.

SOBRE A CAPACITAÇÃO EM MÚSICA II:
O Programa de Desenvolvimento da Cultura Capixaba surgiu da parceria da SECULT e SEBRAE. Este tem como objetivo fortalecer o setor produtivo da área da cultura, por meio de investimento em capacitação e qualificação, além da promoção e divulgação do produto cultural capixaba. 

A Capacitação Profissional em Música II é um destes investimentos e conta com todo suporte técnico e produção da AMP- Escola de Áudio e Música Popular e IAPA – Instituto Arte Pela Arte. Como na primeira edição, realizada no ano passado, a Capacitação vai possibilitar a troca de informações e de conhecimentos com grandes nomes do mercado da música e do show bizz. Serão 5 cursos, 4 oficinas e 3 palestras oferecidas gratuitamente a músicos, artistas, produtores, técnicos, advogados, entre outros profissionais da área da música. 

Neste workshop serão abordados diversos temas e aspectos da cadeia produtiva da música. Tudo isto, para possibilitar um maior conhecimento deste mercado e auxiliar aos participantes no planejamento e organização de suas respectivas carreiras.

sábado, 16 de outubro de 2010

Texto atribuido a Ferreira Goulart

Esse texto foi descaradamente copiado e colado, extraido do blog do Leo Jaime.
O Leo é um cara bacana, artista militante, antenado, sarcástico e bem humorado. Ë o mesmo Leo Jaime dos anos 80, hoje com bem mais de 40 anos, acima do peso, mas que continua na lida, fazendo sua música, ciente do que construiu e trabalhando em prol, através de suas provocações, de um espaço democratico para a arte.
Vale muito a pena acompanha-lo.
Sobre o texto, de fácil entendimento, fica a reflexão proposta nos últimos parágrafos, que efetivamente é o que me movimenta no atual pleito, pois apesar de ser simpático ao partido, não sou simpático ao candidato.
Vamos ao texto!

Faz muitos anos já que não pertenço a nenhum partido político,  muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na  medida do possível, procuro contribuir para o entendimento do que ocorre.  Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os  partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.  Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as  coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nasciemento desse  novo   partido, alguns companheiros do Partido Comunista  opunham-se   drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor,  por  considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu  que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da  classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e,  quem sabe, o conseguiria. Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via  o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante  a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande,  pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente,  por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura  militar, quando os organizadores daquela manifestação (como grande parte  da intelectualidade que lutava contra o regime militar) ou moravam  em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois,  o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da  alta burguesia carioca.
Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o  que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988,  opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura  (o de Sarney, o de Collor, o de Itamar e o de FHC). Os poucos  petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por  ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi  expulsa.Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou  o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu  partido para votar contra todas as propostas que introduziam  importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei  de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com  uma ação no Supremo Tribunal Federal a fim de anulá-la. As  privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje  todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de  um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o  PT nunca teve.
Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas  contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e  de muita gente, conquistou enorme popularidade e agora, ameaça  eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de  todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira  política. No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de  todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por  capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma  ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano  da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e  da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é  tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da  cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a  plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria  a vitória da demagogia e da farsa sobre a competê ncia e a dedicação  à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o  medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas  contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento  internacional.
Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer  a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que,  por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu  presidentes surgidos do nada (Jânio e Collor). O resultado foi  desastroso.
Você acha que vale a pena correr de novo esse risco?

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Gustavo Macaco e os Cavalos e Baia no SESI em Jardim da Penha



Clipe Piquenique num Vulcão

Meu amigo Gustavo Macaco convida a todos pra irem na sexta feira ao Teatro do Sesi às 21 e conhecerem meu show com um parceiro do Rio chamado Baia"OS IMPAGÁVEIS" (Gustavo Macaco e Maurício Baia) e participação do Bloco Bleque.


Vale muito a pena!

TURNÊ CHORO CARIOCA: MÚSICA DO BRASIL


Centro Cultural Carmélia, 30 de outubro, sábado – 20h

O projeto Choro Carioca: Música do Brasil – em comemoração aos 10 anos da Escola Portátil de Música, hoje forte referência em ensino de música no Brasil – é uma realização do Instituto Casa do Choro, com patrocínio da Petrobras que apresentará em 20 cidades de diferentes regiões do país shows de música instrumental brasileira com repertório da caixa de 9 CDs Choro Carioca-Música do Brasil, lançada pela Acari Records, que registrou um panorama do choro em todas as regiões do Brasil. Nos shows de cada estado serão priorizados os compositores daquela região.

Esta série de shows, de caráter inédito, chega a Vitória - ES no dia 30 de outubro (sábado), às 20h, no Centro Cultural Carmélia, com entrada franca, levando à cidade uma amostra especial das músicas de compositores da região sudeste, pesquisada para a compilação da coleção, com o repertório interpretado pelos renomados músicos Mauricio Carrilho (violão), Naomi Kumamoto (flauta), Pedro Paes (clarinete), Nailor Proveta (clarinete e saxofone), Ana Rabello (cavaquinho) e Marcus Thadeu (percussão e pandeiro).
 Com esta série de shows - que passará ainda pelas regiões Centro-Oeste, Norte, Sul e Nordeste durante outubro e novembro - este trabalho circulará pelos estados do país de onde saíram as composições que serviram de matéria-prima para a gravação dos 9 discos da coleção.
 A coleção Choro Carioca: Música do Brasil, lançada em 2006, teve importância ímpar na história da música brasileira por resgatar, através das 132 músicas nela registradas, a obra de 74 compositores de diversos estados brasileiros, todos nascidos até a primeira década do século XX.
Pouca gente, entretanto, pôde tomar conhecimento deste trabalho, em especial fora do Rio de Janeiro. Com iniciativas como a desta série de shows, que revigoram e promovem a conservação e divulgação do repertório do choro em todo o Brasil, agora, pela primeira vez, é possível ouvir a música de que antes só se ouvia falar.
Canções como o choro Não Salta José, do violinista cego Levino da Conceição, ao lado da polca As Diabruras do Souto, do compositor de danças de salão Arthur Camillo, e do schottisch A Diva é Uma Flor, de Nelson Alves – um dos principais cavaquinistas das primeiras décadas do século XX, são mostradas ao lado dos choros Plenilúnio, do paulista Erothildes de Campos (também autor da famosíssima Ave Maria), o Tombo, de Jose da Silva Baianinho, e Último, do carioca Alcebíades Vieira Nunes (mais conhecido como Bide), do maxixe Cotuba, do carioca Donga, da valsa Ave Maria, do já citado Erothides Campos, além de Til Tamiro na Farra, Carrilho Assoviando e Baixaria na Lapa, três exemplos contemporâneos do compositor e instrumentista carioca Maurício Carrilho, um dos músicos presente nesta série.
Em todas as cidades acontece, quatro horas antes do show, um concerto didático, gratuito, voltado aos músicos e estudantes de música com os mesmos músicos que farão os shows. 
O Instituto Casa do Choro, em parceria com a Fundação Nacional de Artes – FUNARTE, promove ainda o V Festival Nacional de Choro que, além de mostrar em shows este repertório precioso, realiza nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Belém, Porto Alegre e São Luís oficinas de instrumentos gratuitas direcionadas a músicos e estudantes de música e uma apresentação final dos alunos das oficinas juntamente com os professores.
Serviço:
Show*: Turnê Choro Carioca: Música do Brasil - Vitória - ES
Local:     Centro Cultural Carmélia – Alameda Novo Império, s/n – Tel: 3222-8444
Data:     30 de outubro, sábado
Horário: 20h
ENTRADA FRANCA
* concerto didático gratuito voltado a músicos e estudantes de música às 16hs no mesmo teatro.
APOIO LOCAL:
INSTITUTO ARTE PELA ARTE 
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE VITÓRIA
INFORMAÇÕES:
Júlia Sodré 
Projetos Culturais
(27) 9239-1567 / (27) 9965-2800
msn: 
juliasodre@hotmail.com
twitter: @julia_sodre

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

concurso para educador musical

A Secretaria de Administração do município do Rio de Janeiro divulgou na última terça-feira o edital de concurso público para contratação de professores de Educação Musical para a capital do estado.

As inscrições serão feitas pela internet a partir das 10 horas do dia 5 de outubro com término previsto para às 23h59min do dia 18 do mesmo mês. A taxa de inscrição cobrada é de R$ 60,00.

A íntegra do edital e o requerimento de inscrição podem ser acessados através do site: http://concursos.rio.rj.gov.br